A participação do SESI Espírito Santo no STEM Racing World Finals, disputado em Singapura entre os dias 3 e 8 de outubro, foi marcada por vitórias e reconhecimentos internacionais. Com destaque para a cidade de Linhares, a equipe Hyoku, do SESI Linhares, conquistou o cobiçado prêmio mundial de Melhor Portfólio de Enterprise, consolidando o talento dos estudantes no cenário global de inovação e engenharia.
Além do troféu principal de gestão e negócios, o time de Linhares foi finalista e recebeu indicações em outras três categorias de peso: Impacto Social, Patrocínio e Sustentabilidade. A outra representante capixaba no torneio, a CPX Racing (do SESI Araçás), também brilhou ao ser indicada aos prêmios de Melhor Escrutínio Técnico e Reconhecimento dos Juízes.
As duas equipes retornam ao Espírito Santo nesta quarta-feira (14), trazendo na bagagem o reconhecimento de uma das maiores competições educacionais do planeta.
“Esses resultados mostram a capacidade dos nossos estudantes de transformar conhecimento em projetos, soluções e resultados. É exatamente o protagonismo que buscamos desenvolver no SESI ES... Ver duas equipes do SESI ES se destacando em uma competição mundial reforça a importância de oferecer experiências que preparem nossos alunos para os desafios do futuro”, destacou o diretor regional do SENAI ES e superintendente do SESI ES, Geferson Santos.
A conquista da Hyoku amplia o histórico vitorioso do SESI Linhares na competição. Em 2025, o time linharense já havia faturado o primeiro lugar na mesma categoria (Enterprise Portfolio Award), voltada ao empreendedorismo, marketing e gerenciamento de projetos.
A CPX Racing fez sua estreia em finais mundiais e garantiu visibilidade nas áreas de inspeção técnica dos protótipos de corrida.
O Mundial reuniu jovens de mais de 30 países em um desafio altamente complexo que simula a rotina de uma escuderia de Fórmula 1. Além de captar patrocínios, desenvolver planos de negócios e apresentar relatórios técnicos em inglês, os estudantes precisam projetar e construir carros em miniatura movidos a cápsulas de CO₂.
Os protótipos criados pelas equipes atingem velocidades impressionantes de até 70 km/h em uma pista reta de apenas 20 metros, exigindo precisão absoluta em aerodinâmica e engenharia de materiais.